Sobre mim

Advogado e Professor Univesitário. Especialista em Direito Administrativo.
Bacharel em Direito pela Universidade de Cuiabá, Mestre em Administração Pública pela Universidade Federal Fluminense e Doutorando em Políticas Públicas pela Universidade de Aveiro Portugal. Ex-corregedor Federal junto ao Instituto Federal de Mato Grosso, Ex-assessor jurídico no junto ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Professor de Direito Administrativo e Teoria Geral do Estado no curso de graduação em direito junto a Uninvest. Assessor Jurídico do Conselho Regional de Psicologia da 18ª Região.

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Vinicius de Moraes Arantes, Advogado
Vinicius de Moraes Arantes
OAB 27.654/MT VERIFICADO
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Comentários

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Vinicius de Moraes Arantes, Advogado
Vinicius de Moraes Arantes
Comentário · há 5 anos
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Recomendações

Heraclito Carneiro Ribeiro, Advogado
Heraclito Carneiro Ribeiro
Comentário · há 9 anos
Bela porcaria, isso sim. Só que ninguém da advocacia percebeu ainda, e quando perceberem, já era. Direito do trabalho, meus nobres colegas, é de uma realidade e de um substrato fático e social completamente diversos do direito civil ao qual os defensores de honorários na esfera trabalhista se reportam. Não há, para começo de conversa, igualdade de partes. Temos de um lado o poder econômico do capital, esmagador. De outro, sujeitos subservientes, completamente dependentes do sistema capitalista. Precisam trabalhar para comer, e para isso se sujeitam a qualquer coisa, praticamente. O que vai acontecer, na prática, e isso foi muito bem concatenado pelos maquiavélicos articuladores da reforma trabalhista, é o amordaçamento dos trabalhadores. Qual é, em sã consciência, o trabalhador que vai buscar na Justiça algum direito sabendo que pode perder e daí ter que pagar pro patrão adverso? E não me venham com aquele papinho: "ahh, então se não tem certeza não entre com a ação...", "ahh, vai acabar aqueles pedidos sem fundamento..." ou então "ahh, o advogado fica pescando direitos... vai acabar com isso". Nada disso! Vai acontecer, e digo, para a ENORME MAIORIA DOS CASOS, do trabalhador ganhar alguns dos pedidos, o que é normal, fruto do reiterado descumprimento de leis e acordos pelos entes patronais. Porém, mesmo assim, o empregado vai ao final PAGAR honorários pro advogado do patrão, já bem (suficientemente) remunerado, já que é uma advocacia de partido. É justo? Sinceramente não acho. É um desestímulo à busca da jurisdição para resolução dos problemas, e assim, por outro viés, um GRANDE ESTÍMULO para entres patronais desonestos (sim, existem e muitos) continuarem, ou até ampliarem suas falcatruas, agora sabendo que se o trabalhador, por algum motivo não conseguir fazer prova (o que é comum, e completamente diferente de um pedido "aventureiro") vai perder e lhe pagar honorários, o que fatalmente desestimulará o ingresso e uma ação, mesmo o empregado sabendo que tem razão em muita coisa.
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